O NATAL EM DIVERSOS PAÍSES – ÁFRICA3

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O Natal no Mundo – África 3

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O Natal em Madagascar

O Natal na Namíbia

O Natal no Zimbábue

O Natal na Tunísia

O Natal na Somália

O Natal na Líbia

O Natal na Argélia

O Natal no Chade

O Natal na Eritréia

O Natal na Etiópia

O Natal em Zâmbia

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O NATAL EM MADAGASCAR



SAUDAÇÃO:" Joyeux Noel, Arahaba tratry ny Krismasy"

Situada no oceano Índico, a 400 quilômetros do continente africano, Madagáscar é a quarta maior ilha do mundo. Possui 18 grupos étnicos, com influência predominante dos malaio-polinésios, antigos colonizadores asiáticos. A agricultura domina a economia, cujo destaque é a exportação de café, cravo-da-índia e baunilha. O isolamento geográfico da ilha favoreceu o desenvolvimento de espécies únicas de flora e fauna: a maioria dos mamíferos e das plantas e metade dos pássaros de Madagáscar não existem em outro lugar da Terra. Nas últimas décadas, práticas predatórias ao meio ambiente têm provocado intensa destruição e ameaçado a existência de várias espécies. O país mantém estreitos laços culturais com a França, que o colonizou na era moderna.
Neste país, em que até bem pouco tempo as crenças nativas eram maioria junto ‘a população, agora é 50% cristã, as tradições natalinas são, assim, muito representativas As casas são decoradas, luzes se acendem. Na véspera, crianças de diversas igrejas preparam representações sobre a natividade. Jesus é saudado em júbilo. Os cantos de Natal são tradicionais e ouvem-se em todo o país nessa época. Corais de igrejas sempre cantam nas missas e cultos natalinos. Uma coisa é absolutamente típica: a ceia em Madagascar é da tradição local. No dia de Natal, amigos se visitam e as crianças acordam para procurar seus presentes. Papai Noel sempre está presente em cerimônias públicas de Natal.




Esta é uma receita típica de Madagascar, uma ilha situada na Somália, região da África Oriental, onde há bananas de montão. Muito cuidado na frigideira para preparar este prato fácil e gostoso!
 IMPROVISO DE BANANA


Ingredientes:
5 bananas
2 ovos
1 colher (sopa) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de açúcar
1 colher (sopa) de manteiga

 

Descasque as bananas e corte-as em rodelas. Numa frigideira, aqueça a manteiga e doure as bananas. Bata os ovos numa tigela, junte a farinha e continue batendo. Despeje sobre as bananas que estão na frigideira e espere cozinhar. Ponha num prato bonito, polvilhe com açúcar e aproveite esta delícia.


Modo de Preparo:

Garnish: 4 paper-thin slices of lime and Tabasco sauce Dump the avocado flesh into a blender and puree. Add the stock and continue processing until smooth. Blend in the lime juice, yoghurt, Tabasco sauce, and salt and pepper. Refrigerate for at least one hour. When ready to serve, spoon into bowls, top each with a thin lime slice, and sprinkle a bit of Tabasco sauce over each portion.

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O NATAL NA NAMÍBIA



SAUDAÇÃO: "Geseende Kersfees"

Independente da África do Sul desde 1990, a Namíbia é o país com a menor densidade demográfica no continente: dois habitantes por quilômetro quadrado. A maior parte de seu território se situa em áreas desérticas: na faixa costeira está o deserto da Namíbia e no interior, o de Kalahari. Os parques e as reservas de animais selvagens atraem muitos turistas, ainda que a caça seja controlada por lei. O país é grande produtor de diamante e tem na exportação de pesca outra importante fonte de renda. Como herança do apartheid (regime de segregação racial), porém, a riqueza continua concentrada nas mãos da minoria branca. .
Neste país, cerca de 90% da população é cristã, em especial luterana, seguido pelos católicos, as tradições natalinas são bastante inspiradas nos costumes europeus. A densidade demográfica é pequena e assim, as igrejas transformam-se em centro de reunião. As casas são decoradas, sempre as lojas acendem luzes natalinas. Na véspera, o costume é ir à igreja, cear e cantar cações de Natal. A capital Windhoek é sempre o centro das comemorações. A ceia é constituída de pratos da tradição européia.




The early European pioneers (Boers) were ill-equipped to produce the conventional breads of their homeland, and so developed this spicy substitute which has become a national speciality. This recipe produces a loaf of about 900 grams.
 Veldt Bread (Namibia) Recipe 



Ingredientes:
5 bananas
2 ovos
1 colher (sopa) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de açúcar
1 colher (sopa) de manteiga

 

Modo de Preparo:

Sift flour, baking powder and salt in a bowl. Mix in the sugar and spices, then add the margarine. Rub the margarine into the mix until it is crumbly. Form a well in the middle and pour in the milk and egg. Mix together into a stiff dough, and put on a floured board.


Knead dough for 10 minutes until smooth. Grease the inside of a 900 g loaf tin with the oil. Cook for around 45 minutes in a 200 :C oven. The cooked loaf should sound hollow when tapped. If not, re-heat, then turn onto a rack to cool.

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O NATAL NO ZIMBÁBUE



SAUDAÇÃO: ” Happy Christmas"

Localizado em um planalto coberto de savanas, no sudeste da África, o país tem 13% do território destinado a reservas de animais selvagens. Na divisa com a Zâmbia ficam as cataratas de Vitória (Victoria Falls), conhecidas mundialmente. Ex-colônia britânica com o nome de Rodésia, o país guarda vestígios de reinos antigos, como as construções de pedra do Grande Zimbábue. O solo fértil e o clima favorecem a agricultura, que emprega 70% da força de trabalho. As reservas de ouro, níquel e prata são exploradas em larga escala. Em 2001, a epidemia de aids atinge proporções catastróficas: segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a doença contamina 2,3 milhões de pessoas (um terço dos adultos) e deixa 780 mil crianças órfãs. .
Neste país, em que o Cristianismo sincretizou-se com crenças nativas e é seguido por 50% da população e apenas 25% é cristão propriamente dito, o Natal é uma festa de magnífico colorido e sabor local. .
No Zimbabwe. Kisimusi, ou Natal é celebrado durante o verão. Os pais oferecem presentes a esposas e filhos, em geral roupas e doces. Starting weeks in advance, everyone starts to gather loaves of bread, jam, tea, and sugar for the Christmas dinner. At the early morning church service, the children sing the songs that they have practiced for this special day. Muitas vezes a festa é na Igreja e lá mesmo se serve ceia ou almoço de Natal feitos pelas mulheres da comunidade, normalmente carne fresca ou cabra, com pão, frutas e doces. Depois do alimento os padres e pastores fazem sermões informais! Jogam, brincam e cantam canções de Natal.




 ZIMBABWE GREENS 



Ingredientes:
1 bn Collard greens -- washed 
1 c Water 
1 lg Tomato -- cored, chopped 
5 Green onions (green and white part) -- sliced 
3 tb Natural smooth peanut butter 
Salt -- to taste 

 

Modo de Preparo:
The greens used in his homeland aren't available here, but Reneth Mano finds collard greens an excellent substitute.




Finely shred the greens, discarding tough stems. Place in a saucepan with the water. Bring to boil and cook, stirring occasionally, just until greens are crunchy-tender (don't overcook). Drain greens, reserving liquid. Return greens to medium heat; add tomato and onions. Heat through, stirring frequently. Thin peanut butter with 3/4 cup of the reserved cooking liquid, then add to vegetables. Heat, stirring constantly, until greens have a creamy consistency, adding more reserved liquid if mixture seems too thick. Taste, and add salt if needed.

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O NATAL NO TUNÍSIA



SAUDAÇÃO: ”Mboni Chrismen"

Situada na costa do mar Mediterrâneo, no extremo norte da África, a Tunísia é uma das nações mais liberais do mundo árabe: as mulheres têm direitos civis e não precisam usar o xador, veste feminina com véu sobre o rosto. Entre as marcas de antigas civilizações, destacam-se as ruínas de Cartago, cidade-Estado fundada pelos fenícios há 3 mil anos. No norte, ocupado pelos montes Atlas, corre o único rio perene do país, o Medjerda. Na região central existe um imenso lago quase sempre seco – o Jerid –, que divide ao meio o território da Tunísia. No deserto do Saara, ao sul, o dromedário é o meio típico de transporte. Túnis, sua ocidentalizada capital, é um centro de turismo, cuja importância econômica vem crescendo. Geografia – Área: 163.610 km². Hora local: +4h. Clima: árido tropical (maior parte) e mediterrâneo (litoral). Capital: Túnis. Principais cidades: Tunis, Sfax, Sousse. .
Neste país, em que 98% são muçulmanos apenas 1% cristãos, o Natal é uma festa de importância apenas familiar. Comemora-se nas igrejas e as famílias cristãs decoram a casa e ceiam em conjunto. Trocam presentes e cantam cantos natalinos.

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O NATAL NA SOMÁLIA



SAUDAÇÃO: ” ciid wanaagsan iyo sanad cusub oo fiican"

Situada no Chifre da África, o ponto mais oriental do continente, a Somália tenta sair de mais de dez anos de guerra civil. Vários clãs rivais se enfrentam desde o início dos anos 1990, e, entre 1992 e 1995, tropas estrangeiras não conseguem pacificar o país. Em 2000, a maioria das forças em conflito escolhe um governo provisório para restabelecer as instituições de Estado. A população somali, que habita a região há milênios, é adepta do islamismo. Parte dos habitantes é constituída de pastores nômades de camelos – o país possui o maior rebanho do mundo. O território é montanhoso ao norte; o sul é uma planície, com savanas e fauna diversificada. Há duas áreas com governos independentes autoproclamados: a República da Somalilândia, no norte, e a região autônoma de Puntland, no nordeste. Geografia – Área: 637.657 km². Hora local: +6h. Clima: árido tropical. Capital: Mogadíscio. Principais cidades: Mogadíscio (1.219.000), Hargeysa, Kismaayo, Berbera, Marka. .
Neste país, QUASE QUE EXCLUSIVAMENTE MUÇULMANO, Cristãos são quase sempre estrangeiros e comemoram o Natal em família. Natal na Somália é sinônimo de maior solidariedade internacional a este que é um dos países mais pobres do mundo.

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O NATAL NA LÍBIA



SAUDAÇÃO: “Milad Majid"

Situada no norte da África, a Líbia é um país desértico, sem rios permanentes, com clima quente e seco. A grande maioria dos habitantes vive na faixa costeira, banhada pelo mar Mediterrâneo, única região que recebe chuva e pode ser cultivada. O país conserva vestígios de civilizações antigas, muitos declarados patrimônio da humanidade – como os sítios arqueológicos de Leptis Magna e Sabratha, cidades do Império Romano.. Antes da descoberta das reservas DE PETRÓLEO, nos anos 1950, a Líbia era um dos países mais pobres da África. Atualmente, o padrão de vida é um dos melhores do continente. O isolamento do regime liderado pelo coronel Muammar Kadafi diminui em 2003 com o fim das sanções determinadas pela Organização das Nações Unidas (ONU), que afetavam a economia líbia desde o começo dos anos 1990.
Neste país, QUASE QUE EXCLUSIVAMENTE MUÇULMANO, Cristãos são quase sempre estrangeiros e comemoram o Natal em família. Natal na Líbia é um momento de reunião de famílias cristãs. As igrejas realizam cerimônias sempre muito emocionadas. É curioso como nos países muçulmanos onde os cristãos são minoria como o sonhado ecumenismo cristão se realiza e católicos e protestantes terminam sempre por valorizar o amor em comum a Jesus.

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O NATAL NA ARGÉLIA



SAUDAÇÃO: “Milad Majid, Joyeux Noël"

Localizada no norte da África, a Argélia é a segunda maior nação do continente, atrás apenas do Sudão. Colônia da França por 132 anos, conquista a independência em 1962, após quase dez anos de guerra. A partir de 1992 vive uma onda de violência por causa da oposição entre o regime militar e grupos fundamentalistas islâmicos, que querem implantar no país um Estado muçulmano. A guerra civil já fez mais de 100 mil vítimas. A paisagem argelina é dominada pelo deserto do Saara, que ocupa 85% do território. Nele há extração de petróleo e gás natural, responsável pela quase totalidade das exportações. Na reduzida e fértil faixa litorânea, vivem 90% dos argelinos. A população compõe-se de árabes e de uma importante minoria berbere. As condições de vida na Argélia, que figuravam entre as melhores do continente, são prejudicadas pela guerra interna e pela queda internacional no preço do petróleo. .
Neste país, QUASE QUE EXCLUSIVAMENTE MUÇULMANO, Cristãos são quase sempre estrangeiros e comemoram o Natal em família. Natal na Argélia é um momento de reunião de famílias cristãs. As igrejas realizam cerimônias sempre muito emocionadas. É curioso como nos países muçulmanos onde os cristãos são minoria como o sonhado ecumenismo cristão se realiza e católicos e protestantes terminam sempre por valorizar o amor em comum a Jesus.

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O NATAL NA ERITRÉIA



SAUDAÇÃO: “Milad Majid"

Nação mais jovem da África, a Eritréia obtém a independência em 1993. Os mais de 30 anos da guerra de secessão com a Etiópia devastam o país, deixando cerca de 100 mil mortos e 350 mil refugiados. Os dois Estados entram novamente em guerra em 1998, disputando áreas fronteiriças, e chegam a um acordo de paz em 2000, supervisionado por tropas da Organização das Nações Unidas (ONU). Situada na região conhecida por Chifre da África e banhada pelo mar Vermelho, a Eritréia ocupa importante posição no estreito de Bab el Mandeb, ponto de passagem entre o Canal de Suez e o oceano Índico. O território é predominantemente desértico. Nas montanhas do norte – várias ultrapassam 2 mil metros de altura –, o clima é ameno. Para reconstruir a economia, debilitada pela seca e pela guerra, o governo procura atrair investimentos externos. O turismo é promissor e um dos maiores atrativos é o arquipélago de corais Dahlak, hoje um parque nacional .
As festividades natalinas são celebradas com orações e danças. Um curioso aspecto é a comemoração chamada Timket (Baptismo) . Na véspera, as pessoas conduzem estandartes em coloridas procissões,. No dia mesmo do Batismo de Jesus cada igreja faz sua procissão pelas ruías. Pessoas seguem o padre até o rio onde o batismo de Jesus é encenado

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O NATAL NO CHADE



SAUDAÇÃO: “Joyeux Noël"

Ex-colônia francesa no centro-norte africano, o Chade situa-se na área de transição entre a África árabe, ao norte, e a negra, ao sul. Essa diversidade alimenta os conflitos internos iniciados na década de 1960. Apesar de abrigar reservas de ouro e petróleo, seu povo é um dos mais pobres do mundo. A maioria vive ao redor da capital, Ndjamena, e no sul, onde estão as principais terras cultiváveis. O Chade exporta algodão. Com o início da produção de petróleo, em 2003, prevê-se grande impulso à economia. O deserto do Saara, no norte, ocupa três quartos do território do país, que não tem saída para o mar. Geografia: Área: 1.284.000 km². Hora local: +4h. Clima: tropical (S) e árido tropical (N).Capital: Ndjamena. Principais cidades: Ndjamena, Mondou, Bongor, Abéché. População: 8,6 milhões (2003); nacionalidade: chadiana. Composição: saras, hauçás, tubus (tuaregues berberes). Idiomas: árabe, francês (oficiais), línguas regionais. Religião: islamismo, cristianismo (protestantes, católicos, crenças tradicionais, bahaísmo). .
Neste país em que 40% da população é cristã, o Natal tem uma significação especial. A pobreza do Chade sempre motiva ações internacionais de ajuda e campanhas contra a fome. O Natal é mais uma época de solidariedade e colaboração internacional. O Natal é cerimônia religiosa e as festas, inclusive ceia, realiza-se quase que inteiramente nas igrejas. As missões também comemoram com cantos e preces. As decorações seguem motivos típicos.

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O NATAL NA ETIÓPIA



SAUDAÇÃO: “Melkam Yelidet Beaal, Poket Kristmet, Merry Christmas"

A Etiópia, antiga Abissínia, tem uma rica tradição histórica e cultural, que remonta aos tempos da civilização egípcia e abarca os lendários Rei Salomão e Rainha de Sheba, a arca de Noé, bem como o surgimento do Cristianismo. Na Antigüidade, a sociedade organizava-se em vários reinos, dos quais o império axumita é o mais conhecido. Por volta do século XIX, havia-se consolidado uma única monarquia, sob o Imperador Menelik I. A partir de 1870, a região passou a ser cobiçada pela Itália, que então procurava juntar-se às demais potências européias na corrida pela repartição da África. Em 1896, os italianos dominaram a parte oriental da região, estabelecendo a colônia da Eritréia. No entanto, não conseguiram conquistar a Etiópia, tendo sido derrotados pelas forças do Imperador Menelik II na batalha de Adwa, a primeira e talvez única vitória militar de uma nação africana sobre o colonizador europeu. Em 1930, Hailé Sélassié assumiu o trono etíope, defrontando-se logo com nova ofensiva expansionista da Itália. Dessa vez, os etíopes não resistiram às tropas de Benito Mussolini, que não hesitaram em utilizar o poderio aéreo e armas químicas para dominar o país, ocupado entre 1936 e 1941. Com a liberação, em 1941, Selassié reassumiu o trono. Em 1952, criou-se a Federação da Etiópia e Eritréia, à qual se seguiu a anexação do segundo país pelo primeiro em 1962. Selassié empreendeu uma série de reformas para modernizar o Estado, mas o envolvimento da Etiópia numa disputa territorial com a Somália, bem como sucessivas revoltas de camponeses, foram desgastando o regime progressivamente. No final dos anos 60, configurava-se quadro de descontentamento generalizado, alimentado por altas taxas de inflação, desemprego e estagnação econômica. O Imperador foi deposto em 1974, seguindo-se a instalação de regime socialista comandado por Mengistu Hailé Mariam, por sua vez derrubado em 1991. Mélès Zenawi presidiu governo de transição até ser eleito Primeiro-Ministro, em 1995, pelo Parlamento. Em 1993, foi concedida a independência a Eritréia .
O mais pitoresco aspecto do Natal etíope é um jogo chamado "Gena" ou Hockey etíope. Uma lenda diz que esse jogo começou a ser praticado pelos pastores que levavam seu rebanho na noite em que Jesus nasceu.
Esse jogo é ainda praticado por muitos jovens na época de Natal na Etiópia Moderna. Esse jogo é promovido pelo líder da comunidade.
Outro aspecto interessante da Etiópia no Natal é o jantar. Feito por toda a família e saboreado junto com todos. Serve-se um guisado de carne no pão etíope que, muitas vezes, substitui o próprio prato. Os ortodoxos têm Natal em data diferente, mas o celebram. As demais igrejas celebram cultos e missas na véspera de Natal com grandes solenidades repletas de música.




‘ Pão Etíope
A sample of Ethiopian Honey Bread from the recipes contained in the African Recipes Cookbook

· · 1 pkt active dry yeast
· 1 egg
· 4 -4½ cups all-purpose flour
· 1 cup lukewarm milk
· ½ cup honey
· ¼ cup lukewarm water
· 6 Tbsp unsalted butter, melted
· 1 Tbsp ground coriander
· 1½ tsp salt
· ½ tsp ground cinnamon
· ¼ tsp ground cloves


Modo de Fazer:

In a small, shallow bowl, sprinkle the yeast over the lukewarm water. Let the mixture stand for 2-3 minutes and then stir to dissolve the yeast completely. Set the bowl in a warm, draft-free place for approximately 5 minutes or until the yeast bubbles up and the mixture almost doubles in volume. Combine the egg, honey, coriander, cinnamon, cloves and salt in a deep bowl. Mix together with a wire whisk or spoon. Add the yeast mixture, milk and 4 tablespoons of the melted butter. Beat until the ingredients are well blended. Stir in the flour, ½ a cup at a time, using only as much as is necessary to make a dough that can be gathered into a soft ball. When the dough becomes too stiff to stir easily, blend in the additional flour with your fingers. On a lightly floured surface, knead the dough by folding it end to end, then pressing it down and pushing it forward several times with the heel of your hand. Rub your hands with a little melted butter if the dough sticks to the board or your fingers, but do not use any extra flour lest the dough becomes stiff and hard. Continue kneading for approximately 5 minutes or until the dough is smooth and elastic. Shape the dough into a ball and place it in a large, lightly buttered bowl. Drape a kitchen towel over the bowl and set in a warm, draft-free spot for approximately 1 hour or until the dough rises and doubles in bulk. With a pastry brush, spread the remaining melted butter evenly over the bottom and sides of a 3-quart soufflé dish or other round 3-quart baking dish at least 3 inches deep. Punch the dough down with a single blow of your fist, and then knead it again for 1-2 minutes. Shape the dough roughly into a round and place it in the buttered baking dish, pressing it down into the corners so that it covers the bottom of the dish completely. Return the dough to the warm, draft-free place for approximately 1 hour, or until it has doubled in bulk and risen at least as high as the top rim of the dish. Pre-heat the oven to 300o F. Bake the bread in the middle of the oven for 50-60 minutes, until the top is crusty and light golden brown. Turn the honey bread out of the pan onto a cake rack to cool. Serve while still somewhat warm or allow to cool completely. Traditionally eaten spread with butter and honey. This Ethiopean Honey Bread is really delicious and a winner at any fair, or home crafts show. We are certain you will enjoy this Honey Bread recipe and the other African Recipes contained in the African Recipes Cookbook.

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O NATAL EM ZÂMBIA



SAUDAÇÃO: “Merry Christmas"

Situada no centro-sul da África, a Zâmbia abriga as famosas cataratas de Vitória (Victoria Falls), que formam uma cortina de água de cerca de 90 metros de altura, no rio Zambezi, na divisa com o Zimbábue. A maior parte de seu território é coberta por savanas. Parques nacionais abrigam grande variedade de animais, sobretudo nas proximidades dos rios Luangwa e Kafue. Um planalto predomina na porção leste e atinge o ponto mais alto no altiplano Nyika (2.606 metros). A população, composta por cerca de 70 etnias, concentra-se ao norte da capital, Lusaka, nas regiões de extração de cobre, o principal item de exportações do país. Há também importantes reservas de cobalto. A agricultura ocupa quase 70% da força de trabalho.
Many churches in Zambia have nativity plays and a crib in the church. One or two days before Christmas Zambians like to go carol singing round the local streets for charity. On Christmas day, children are encouraged to bring a present to church for children who are in hospital or might not get a present because they are less fortunate. After church, on Christmas day, it is a custom that all the children go to one house and all the adults go to another house to have a party and to eat!! Thank you to Hope Mwenda for her help in giving me information on Christmas in Zambia!




‘ Ifisashi (A Simple Recipe)

· 2 bunches fresh collard greens · (or spinach), washed and chopped
250 ml raw peanuts, ground
Salt to taste
1 onion, sliced
2 medium tomatoes, sliced
Water


Modo de Fazer:

In a medium-sized saucepan, boil the onion and tomatoes with the ground peanuts, adding salt to taste and water as needed. After a few minutes, add chopped greens. Stirring occasionally, continue cooking until the peanuts are soft and the mixture has become a fairly thick buttery sauce (15-20 minutes). Serve hot or cold.

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