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O Natal em Portugal
SAUDAÇÃO:"Boas Festas"
O Natal é uma das festividades mais importantes no nosso país. Em Portugal, as celebrações têm um grande pendor religioso, embora muitas tradições de origem pagã sejam ainda usuais.
A importação das celebrações típicas dos países anglo-saxónicos tem também contribuído para mudar muito a forma como o Natal é comemorado em Portugal. No entanto, o aspecto mais importante e que prevalece é o da festa da família, oportunidade para pôr as divergências de lado, voltar ao local de origem e comemorar com os pais, avós e outros familiares.

Um dos aspectos mais importante da véspera de Natal é a Consoada. No dia 24 de Dezembro é servida uma ceia especial depois da Missa do Galo e que é preparada geralmente durante todo o dia. Dela faz parte um prato de bacalhau, geralmente cozido com legumes, para simbolizar a abstinência que se deve preservar na véspera da celebração do Natal. No entanto, são também bastante populares os doces e sobremesas acompanhados com vinho verde ou tinto, dependendo do que é mais tradicional. Os pratos dependem grandemente das tradições locais, pois, por exemplo, no Minho é usual cozinhar também os Mexidos, espécie de açorda feita com pão e água e temperado com mel e Vinho do Porto.
De forte tradição são ainda as rabanadas, as azevias, as filhos de abóbora, ou as broas de mel. Outro ingrediente indispensável de qualquer celebração de Natal são os frutos secos o que é natural, uma vez que se colhem no Outono.
A celebração religiosa do Natal começa à meia-noite do dia 24 de Dezembro com a Missa do Galo. O objectivo é celebrar o nascimento de Jesus Cristo, que a Igreja Católica atribui a este dia. Os fiéis deslocam-se à Igreja para a cerimónia, voltando em seguida para casa onde comem a ceia e abrem os presentes. A designação de Missa do Galo deve-se à lenda que afirma que um galo cantou a essa hora para anunciar o nascimento de Jesus Cristo, o Menino Jesus.
O dia de Natal também encerra algumas tradições especiais. A família deve passar este dia reunida e partilhar uma refeição especial. O almoço ou jantar de Natal, que varia consoante as regiões do país e consoante as preferências das famílias é tradicionalmente cabrito assado. No entanto, os costumes estrangeiros, nomeadamente ingleses e norte-americanos impuseram o peru recheado. Outras justificações para a popularidade do perú referem-se ao baixo preço que esta carne possui em comparação com o cabrito. Os doces e sobremesas voltam a ter um papel de destaque nesta refeição.
Uma última tradição muito importante para o período de Natal é o Bolo Rei. Originalmente era um bolo especial que se destinava a celebrar o Dia de Reis, a 6 de Janeiro, data em que se supõe que os reis magos teriam chegado a Belém para oferecer presentes ao menino Jesus. O significado específico do bolo já deixou de ser associado ao dia de Reis unicamente, sendo consumido durante toda a época natalícia.
Dentro do bolo pode ser encontrado um pequeno presente (este presente actualmente foi proibido por uma questão de segurança, por causa das crianças) e uma fava, indicando o primeiro a sorte de quem o encontrou e o segundo a obrigação da compra do próximo bolo.
As origens desta tradição estão associadas a jogos que eram feitos para celebrar o dia de Reis e que variavam de lugar para lugar. Dessa tradição ficou apenas o bolo e nenhum dos rituais.
Depoimento de : JUVENTUDE MARIANA VICENTINA
SITE: http://www.terravista.pt/nazare/1847/natal.html
Tradições Natalícias
As origens de muitas tradições que caracterizam as celebrações modernas do natal perdem-se nos tempos. No entanto, é possível identificar algumas raízes pagãs e romanas da festa católica do Natal.
Os povos primitivos tinham rituais marcados pelas estações do ano e em Dezembro era a altura do solstício de Inverno, ou seja, o período mais frio do ano chegava a meio e, a partir daí, os dias ficam maiores e mais quentes. Para comemorar essa data, era organizada uma grande festa que poderia durar vários meses. Os países nórdicos vieram acrescentar alguns traços importantes a essa celebração como a figura do Pai Natal, cujas origens remontam a esse período.
A influência dos romanos faz-se sentir através de outra celebração em honra do deus romano Saturno, cujas festas eram um dos pontos altos do ano. A bebida, a comida e os divertimentos abundantes caracterizavam este período em que os rigores do Inverno eram esquecidos por alguns dias.
A celebração religiosa do Natal só foi iniciada no século IV quando o Papa Júlio I levou a cabo um estudo exaustivo sobre a data de nascimento de Jesus Cristo e acabou por estabelecer oficialmente o dia 25 de Dezembro para as comemorações. Posteriormente, outras celebrações que tinham por base rituais pagãos ou romanos foram adoptadas e transformadas para se inserirem no âmbito das comemorações cristãs.
Uma das tradições mais marcantes do Natal é a Árvore de Natal. O culto da natureza dos tempos pagãos está sem dúvida na origem da celebração da árvore, embora esta só tenha sido adoptada oficialmente para as celebrações na Alemanha em 1539. Mais tarde, a árvore passou para todo o mundo, principalmente através dos casamentos celebrados entre famílias reais e que levaram a uma propagação do costume a outros países europeus e depois ao resto do mundo através da colonização.
O elemento religioso foi introduzido através da escolha de motivos piedosos para a decoração das árvores como as velas (actualmente luzes eléctricas), os anjos e a estrela, que é costume colocar no topo e representa a Estrela de Belém que terá guiado os Reis Magos. Na maioria dos países, a árvore utilizada é um abeto, uma árvore de folha perene que se mantém viçosa no Inverno, mas, em Portugal, o pinheiro é mais usado por ser mais vulgar no nosso tipo de clima.
O Pai Natal é uma figura importante em qualquer celebração de Natal e a sua origem é bastante antiga. Nos países nórdicos, era costume alguém vestir-se com peles e representar o "Inverno". Essa figura visitava as casas e ofereciam-lhe bebidas e comidas, pois acreditavam que se o tratassem bem a sorte iria abençoar a casa. Mais tarde, o Pai Natal, velhote, boémio, alegre e robusto foi associado à figura de São Nicolau. Este bispo turco teve um percurso característico, tendo ajudado os pobres e as crianças, oferecendo-lhes presentes e dinheiro. A sua generosidade deu origem a lendas segundo as quais ele visitaria a casa das crianças no dia 6 de Dezembro para lhes deixar presentes.
Mais tarde, as duas figuras foram associadas, embora apenas no século XIX é que tenha surgido uma imagem definida do Pai Natal. O norte-americano Clement Moore escreveu um poema em 1822 intitulado «Uma Visita de São Nicolau» em que descrevia em pormenor a figura e, desde então, tem sido essa a imagem utilizada: um velhote gordinho e alegre, que se desloca num trenó puxado por oito renas e entra em casa pela chaminé. Um aspecto curioso da figura é que a cor definitiva dos trajes do Pai Natal é bastante mais recente do que se imagina e tem uma origem pouco ortodoxa. Nos anos 30 do século XX, a Coca-Cola contratou um publicitário para criar a imagem da marca para a campanha de Inverno. Deste modo, as cores da empresa ficaram associadas para sempre à figura do Pai Natal, o encarnado e o branco.
Os presentes de Natal já se tornaram um ritual obrigatório. E embora sejam apontados motivos religiosos para a oferta de prendas, ela tem raízes mais antigas. Em Dezembro, estando já passada a primeira metade dos rigores do Inverno, a celebração era pontuada por um grande consumo de alimentos. Como cada agricultor tinha uma especialidade própria, surgiu a tradição de trocar produtos, de forma a que todos pudessem consumir alguma variedade. Os romanos reforçaram este hábito, aumentando o volume e valor das ofertas. Mais tarde, os cristãos adoptaram este costume, simbolizando a oferta de presentes o altruísmo do ideal católico, patente nos presentes trazidos pelos Reis Magos ao Menino Jesus.
O presépio de Natal é uma tradição antiga, surgiu no século XIII, e ainda hoje se cumpre na maior parte dos lares. As primeiras imagens que representam a Natividade foram criadas em mosaicos no interior das igrejas e templos, remontando ao século VI. São Francisco começou a divulgar a ideia de criar figuras em barro que representassem o ambiente do nascimento de Jesus. O primeiro presépio foi construído por São Francisco, em 1224, tendo sido celebrada uma missa que foi descrita como tendo um ambiente verdadeiramente divino. A partir dessa altura, a ideia foi-se propagando para os conventos e casas nobres, onde as representações se tornavam cada vez mais luxuosas.
Os cartões de Natal são outro dos aspectos importantes da quadra natalícia e foram criados há relativamente pouco tempo. Foi um inglês, Henry Cole, que foi responsável pela criação desta forma original de enviar votos de boas festas pelo correio. A inovação surgiu devido à substancial redução que os custos do envio de correio sofreram em meados do século XIX. Desta forma, era acessível a todos o envio das felicitações. Embora a tradição religiosa tivesse demorado algum tempo a habituar-se a este costume, ele é bastante popular hoje em dia.
Presépios Portugueses
Abrantes
Igreja da Misericórdia - vários painéis do séc. XVI, entre eles, Anunciação e Natividade, atribuídos a Gregório Lopes.
Alpiarça
Casa-Museu dos Patudos - tábuas provenientes do retábulo-mor da igreja de S. Francisco de Évora, atribuídas ao pintor Francisco Henriques (c. 1509). A composição do Presépio tem um forte cunho flamengo, suavizado por uma vaporosa ambiência cromática e pela elegância da pincelada.
Atouguia da Baleia
Igreja de S. Leonardo - Natividade, um baixo relevo colocado no frontal do altar lateral, é uma obra portuguesa, em calcário branco, datada do séc. XIV.
Aveiro
Museu de Aveiro - uma Natividade proveniente do antigo convento, atribuída à oficina de Grão-Vasco, e uma Sagrada Família dos barristas, atribuída à oficina de Machado de Castro.
Coimbra
Museu Machado de Castro - um retábulo, em alto-relevo em madeira policromada, representando a Natividade, na colecção de arte flamenga, proveniente do Real Colégio das Ursulinas das Chagas, Coimbra, do início do séc. XVI. Vários retábulos de autores desconhecidos da escola dos mestres estrangeiros - Chanterenne, João de Ruão, Hodart.
Espinhal (Penela, Coimbra)
Igreja Matriz - numa das capelas colaterais, no retábulo de Nossa Senhora das Neves, um nicho central com baixos relevos representando a Adoração dos Magos e o Nascimento de Jesus.
Estremoz
Museu Municipal de Arqueologia e Etnografia - na colecção de bonecos de Estremoz, em barro cozido e polícromo, várias figurinhas de presépios, profano-religiosas.
Igreja Matriz - uma tábua de pintura primitiva portuguesa, A Adoração dos Reis Magos, do séc. XVI.
Évora
Igreja Matriz de S. Mamede - na capela-mor, A Adoração dos Pastores, num painel de pintura primitiva portuguesa (c. 1550).
Convento de Santa Clara - na sacristia, O Nascimento, numa tábua quinhentista.
Museu de Arte Sacra - A Adoração dos Magos, em tábuas maneiristas (séc. XVI).
Figueiró dos Vinhos
Igraja Matriz - A Adoração dos Magos, pintura sobre madeira, maneirista, final do séc. XVI.
Funchal
Museu de Arte Sacra - A Adoração dos Magos, parte de um tríptico atribuído a um artista desconhecido da Escola de Antuérpia, da igreja de Machico.
Guimarães
Museu de Alberto Sampaio - no altar de D. João I, oferecido pelo rei a Santa Maria de Guimarães, a Natividade, no painel central, e a Adoração dos Pastores e dos Reis Magos, nas abas.
Lamego
Museu de Lamego - A Anunciação, A Adoração dos Magos e A Adoração dos Pastores, em painéis de pintura sobre tela, de autor não identificado.
Lisboa
Basílica da Estrela - o Presépio da Estrela, atribuído à escola de Machado de Castro, em terracota.
Convento do Sacramento - um presépio de autor desconhecido, com mais de 500 figuras.
Igreja da Madalena - Sagrada Família, atribuída ao escultor José de Almeida.
Mosteiro dos Jerónimos - nos nichos da porta lateral poente, a Anunciação, a Natividade e a Adoração dos Magos, conjuntos escultóricos moldados ao estilo renascença francês, da autoria de Chanterenne, que ali trabalhou a partir de 1517.
Museu Nacional de Arte Antiga - na secção de escultura, presépios e figurinhas de barro das oficinas setecentistas de António Ferreira, Barros Laborão e Machado de Castro. Adoração dos Pastores, em marfim, de fabrico europeu, séc. XVIII.
Sé Patriarcal - presépio em terracota de Machado de Castro (1766), posteriormente acrescentado por J. J. de Barros. É o único comprovadamente da autoria de Machado de Castro.
Mafra
Convento de Mafra - presépio em madeira, de José de Almeida, escultor setecentista que cursou a Academia de Belas Artes de Roma.
Óbidos
Igreja de Santa Maria - A Adoração dos Pastores e A Adoração dos Magos, pinturas sobre madeira do primeiro quartel do séc. XVI, no retábulo do altar-mor.
Porto
Casa-Museu de Guerra Junqueiro - O Presépio, grupo escultórico em madeira, estilo flamengo, do ínicio do séc. XVI.
Museu Soares dos Reis - na secção de pintura, Adoração dos Pastores, pintura a óleo sobre cobre, da escola italiana do séc. XVIII.
Santarém
Igreja de Santa Maria de Alcáçova - A Adoração do Menino Jesus, no altar-mor, uma tela do ínicio do séc. XIX, muito danificada, atribuída a Wolkmar Machado.
Igreja do Hospital do Menino Jesus - A Adoração dos Pastores, pintura sobre madeira, no altar.
Setúbal
Museu de Setúbal - Presépio e Adoração dos Magos, dum políptrico da igreja de Jesus, no sector da pintura.
Viseu
Museu de Grão-Vasco - Adoração dos Magos, num políptrico de 14 painéis do retábulo do altar-mor da Sé de Viseu, de Vasco Fernandes, o Grão-Vasco.
Fonte: O Presépio, Oito Séculos de História, Arte e Tradição
Pietro Gargano
Editora Replicação, 1.ª edição
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BACALHOADA PORTUGUESA
INGREDIENTES:
3 colheres de sopa de azeite
3kg de bacalhau
8 cebolas médias sem casca
8 ovos
8 batatas médias sem casca
2 maços de couve sem talo
Sal
Pimenta do reino
MODO DE PREPARO:
Coloque o bacalhau de molho de véspera em uma peneira sobre uma tigela grande, mas não deixe que a peneira fique próximo do fundo. Troque a água 3 ou 4 vezes.
Leve para cozinhar as batatas com água. Junte as cebolas e os ovos com casca. Quando as batatas estiverem quase cozidas, retire os ovos e descasque-os. Adicione o bacalhau. sal e pimenta. Cozinhe por mais 10 minutos. Tire do fogo. Reserve a batata e o bacalhau separadamente. Junte a couve com água e um pouco do caldo do cozimento do bacalhau. Cozinhe por 20 minutos ou até ficar "al dente". Escorra a verdura e o bacalhau. Arrume os ingredientes em uma travessa, regue com azeite e sirva.
PãO-DE-Ló DE OVAR
INGREDIENTES:
1 xícara de chá de açúcar
1/2 xícara de chá de farinha de trigo
9 gemas
2 ovos
MODO DE PREPARO:
Aqueça o forno em temperatura média.
Bata o açúcar com as gemas e o ovos por 20 minutos. Peneire a farinha por cima e misture devagar. Unte uma fôrma alta, redonda com 25cm de diâmetro. Forre com papel manteiga, unte também o papel e despeje a massa. Asse por 25 minutos ou até que fique bem dourado por fora e cremoso no centro. Deixe esfriar um pouco, desenforme, retire o papel e sirva.
Curiosidade:
Não corte o pão-de-ló, espete a faca e puxe um pedaço.
PASTEL DE SANTA CLARA
INGREDIENTES:
Massa:
4 xícaras de chá de farinha de trigo peneirada
1 xícara de chá de água
1/2 colher de chá de sal
2 ovos
Recheio:
3 1/3 xícara de chá de açúcar
2 xícaras de chá de água
2 colheres de sopa de farinha de trigo
2 colheres de chá de manteiga
1 colher de chá de baunilha
20 gemas
Açúcar de confeiteiro para polvilhar
MODO DE PREPARO:
Massa:
Bata os ovos com o sal. Junte água e farinha. Misture com as mãos e despeje em uma superfície enfarinhada. Amasse a massa por 3 minutos, batendo bem para ficar elástica. Coloque em uma tigela enfarinhada, cubra com filme plástico e deixe por 1 hora.
Recheio:
Leve ao fogo o açúcar com água até dissolver bem. Cozinhe sem mexer para que a calda fique um pouco grossa. Retire do fogo e deixe esfriar. Junte manteiga, farinha, gemas e baunilha à calda e leve ao fogo baixo, mexendo até soltar do fundo da panela. Deixe esfriar.
Montagem:
Divida a massa em várias partes. Abra uma parte bem fina com o rolo sobre um pano limpo e enfarinhado. Deixe descansar por 3 minutos cada parte aberta. Estique a massa em todas as direções até ficar bem fina e transparente. Deixe descansar sobre o pano até começar a secar, ficar áspera, sem grudar nas mãos.
Aqueça o forno em temperatura média. Corte a massa com um cortador de biscoitos de 10cm de diâmetro. Pegue 2 pedaços cortados e coloque no fundo de uma forminha canelada, redonda, alta e com 7cm de diâmetro. Forre a forminha com a massa e coloque 1 colher de sopa do recheio. Pegue mais dois círculos cortados e cubra a forminha recheada, apertando bem com o cabo de uma colher. Faça isso com todo o recheio e massa.
Coloque as forminhas em uma assadeira e asse por 10 minutos ou até que a massa fique crocante e ligeiramente dourada. Retire do forno, deixe esfriar e desenforme. Polvilhe com o açúcar e sirva.
Curiosidade:
Pastel de Santa Clara, Pao-de-Anjo, Toucinho-do-Céu e Queijinho-do-Céu foram criados por freiras e noviças nos conventos medievais, onde se cultivava o hábito da boa mesa. Daí seus nomes serem uma alusão à religião.
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O NATAL NA ESPANHA
SAUDAÇÃO:"Feliz Navidad"
Chegado o Natal: frio, férias e loteria.
Aqui o Natal começa a se fazer sentir desde meados de Dezembro uma vez que os centros comerciais começam a exibir suas decorações desde então com motivos natalinos.
Além do mais, começa a fazer bastante frioo que para nós é sinal de que o inverno e o Natal estão por perto.
Os estudantes têm férias a partir de 20 de dezembro, em geral até 8 de janeiro.
Ainda assim, o verdadeiro Natal só começa mesmo no dia 22 de dezembro que é o dia em que se realiza o sorteio da Loteria de Natal. Este sorteio é o mais importante do mundo tanto pelo dinheiro a ser sorteado quanto pela repercussão em toda a Espanha. Esse é para nós o ponto de partida do Natal.
OS REIS E O PRESÉPIO.
"Papá Noel", é uma simpática tradição anglosaxônica que tem ganho terreno no gosto popular e rivaliza (ainda timidamente) com os Reis e até mesmo com a iconografia do presépio. Muitos desejam manter a tradição do Natal na Espanha e é de se duvidar que algum dia o bom velhinho ususrpe o lugar dos Reis Magos e muito menos do presépio, índice máximo do Natal cristão.
Os Reis do Oriente são na Espanha os responsáveis pela distribuição dos presentes, em especial dos presentes do pais ao s filhos. Assim, ao contrário do costume de abrir os presentes no dia 25 de Janeiro, na Espanha, espera-se o dia de Reis (6 de janeiro) O grave problema (sorte de Papai Noel?) é que distribuindo nesse dia, os "niños" quase não têm tempo de férias livre para brincar com seus presentes.
O PRESÉPIO E OS VILLANCICOS
Uma das principais tradições é a representação sagrada, em miniatura, da cena de sagrada família na manjedoura representando o nascimento de Jesus e a visita dos reis magos, a que chamamamos "Belén". Algumas representações se transformam em autênticas cidades com lagos, pastores, ovelhas, casinhas, anjos, etc. Verdadeiras obras de arte e preciosas esculturazinhas doas santas figuras.
Tradicionalmente, junto a este Belén se juntam as crianças cantando villancicos, que são canções de Natal às quais se acompanha com pandeiros e gaitas ou flautas.
A CEIA DE NOCHEBUENA E A MISSA DO GALO
A tradição da Nochebuena (noite antes do Natal) é totalmente familiar, por costume, ao menos nas cidades menores, os bares e restaurantes não abrem nessa noite. Faz-se uma ceia em família. Hoje o menu é muito variado, sendo o mais habitual o marisco ou as aves (peru, frango, etc) e não faz muito tempo, cada região tinha uma ceia típica.
As sobremesas, em geral, são torrões e tortas, alguns doces de origem árabe com amêndoas e mel. Hoje, em geral de produção industrial, ao contrário da tradicional feitura nas padarias e confeitarias locais. Às 12 horas, os católicos praticantes, em geral dirigem-se à igreja para a tradicional Missa do Galo.
A COMIDA DO DIA DE NATAL
No dia de Natal se reúne toda a família (avós, tios, primos, etc) todos com suas melhores roupas e a refeição é servida com pompa e circustância.
Com respeito ao menu, varia de região para região, mas em Aragão, por exemplo, a tradição manda servir cordeiro assado além de mariscos e aves.
Em Valência, o típico é o caldo com pelotas e tronco de Natal como sobremesa.
Na Catalúnia, a grande festa não é o Natal , mas o dia seguinte: Santo Estevão.
O DIA DOS INOCENTES
As crianças saem à rua pedindo Aguinaldo (doces e moedas) de um jeito parecido com a festa de Hallowen ou Cosme e Damião no Brasil. No Dia dos Inocentes, é permitido mentir e passar trotes.
OS REIS MAGOS
O Dia dedicado aos meninos é o seis de janeiro, que já começa na Noite de Reis, 5 de janeiro, as crianças costumam deixar água nas janelas para dar de beber aos camelos dos reis, depois vão dormir cedinho e muitas vezes os pais se vestem de reis para de madrugada surpreender os filhos. Na manhã seguinte, os presentes estão no aparador e buscam-nos inclusive na casa dos tios e avós. No dia 6, costuma-se comprar uma Rosca de Reis, que é uma torta com uma prenda dentro, parte-se em porções e quem achar sabe que terá um ano feliz.
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PAELLA
INGREDIENTES:
1 pimentão amarelo
2 pimentões vermelhos
2 cebolas picadas
5 dentes de alho picados
2 colheres de sopa de salsinha picada
1 xícara de chá de cogumelo paris
Suco de 2 limões
1 xícara de chá de fundo de alcachofra congelada
1/2 xícara de chá de ervilhas congelada
1 lata de tomate pelado
1 colher de sopa de molho de pimenta
250ml de azeite
1 1/2 xícara de chá de arroz
4 xícaras de chá de caldo de peixe
1 lingüiça calabresa
1 peito de frango
2 postas de cação
500g de lula limpa
300g de marisco sem conchas
400g de vôngole com conchas
150g de camarão médio
4 camarões grandes
Sal
Caldo de peixe :
2 dentes de alho inteiros
1 colher de café de açafrão em pistilo
Caldo do cozimento do vôngole
Cascas de camarão
Cabeça e espinha de peixe
2 colheres de chá de paprica doce
MODO DE PREPARO:
Coloque 1 litro de água numa panela e leve ao fogo para ferver. Misture uma colher de sopa de sal. Lave bem os vôngoles e coloque na água fervente. Cozinhe em fogo alto até as conchinhas começarem a abrir. Retire, escorra e guarde o caldo pois será a base do caldo de peixe. Retire a "carne" de metade dos vôngoles e jogue as conchinhas fora. Junte o restante com as conchas à carne. Coloque 2 litros de água numa panela e leve para ferver. Faça três cortes superficiais no sentido do comprimento, na casca de cada um dos pimentões. Coloque-os na água fervente por 30 minutos. Para retirar a pele, apenas puxe a partir das incisões para a pele sair facilmente. Para retirar as sementes dos pimentões, corte na metade, no sentido do comprimento e retire com as mãos. Corte todos os pimentões em tirinhas de 1 cm, no mesmo sentido do comprimento. Mas não misture pois cada um terá um uso diferente. Junte as tirinhas de 1 pimentão vermelho com o tomate pelado e pique tudo. Junte a cebola, o alho e a salsinha. Reserve. Corte os cogumelos e os fundos de alcachofra, grosseiramente, em pedaços médios. Lave bem os camarões. Tire a casca apenas dos camarões médios e guarde-as para o preparo do caldo. Coloque todos os camarões lavados num recipiente. Lave bem as lulas e os mariscos. Corte a lula em anéis e coloque os dois num outro recipiente. Corte o cação, o peito de frango e a lingüiça em cubinhos e coloque numa tigelinha. Aliás coloque cada ingrediente numa tigelinha separada para facilitar no momento de cozinhar a paella. Leve a panela de paella ao fogo médio para esquentar. Quando estiver quente, coloque a lingüiça e deixe dourar. Não é preciso colocar azeite pois a lingüiça solta gordura suficiente. Quando a lingüiça dourar, acrescente o frango e 2 colheres de sopa de azeite. Mexa um pouco com uma colher de pau. Quando o frango ficar branquinho, junte o molho de pimenta e deixe cozinhar mais 1 minuto. Retire o frango e a lingüiça com uma escumadeira para que a gordura do cozimento continue na panela. Refogue o peixe nessa gordura restante por 2 minutos. Coloque mais 2 colheres de sopa de azeite e junte a mistura de tomate, pimentão e cebola. Refogue por 5 minutos e tempere com sal. Junte os cogumelos e os fundos de alcachofra ao refogado. Depois, inclua a lingüiça e o frango. Tempere com mais um pouco de sal e limão. Acrescente por fim, os frutos do mar, e o restante do azeite. Misture bem. Cubra tudo com o arroz sem lavar, misture novamente e aumente o fogo. Coloque a metade do caldo de peixe. Quando for absorvido, abaixe o fogo. Junte, então, o restante do caldo girando sempre a panela para um cozimento por igual. Após 20 minutos, acrescente a ervilha e as tirinhas de pimentão que estão reservadas, alternando suas cores. Coloque os 4 camarões grandes decorando a paella. Cozinhe por mais 15 minutos, desligue o fogo e cubra a panela com um pano de prato limpo. Mantenha coberto por mais 20 minutos e sirva imediatamente.
Caldo de peixe :
Lave bem a cabeça e a espinha de peixe e junte ao caldo em que os vôngoles cozinharam. Acrescente também as cascas dos camarões, os dentes de alho, o açafrão e a paprica. Leve ao fogo alto até ferver. Abaixe o fogo, deixe cozinhar por 15 minutos e desligue. Use o caldo para fazer a paella.
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O NATAL NA FRANÇA
SAUDAÇÃO:"Joyeux Noel"
Feirinhas natalinas, consertos nas igrejas, a espera de Papai Noel e os pratos típicos são algumas das tradições natalinas francesas. Mas nem todas as regiões da França celebram o Natal da mesma maneira, na Alsacia e Lorena estão muito arraigadas as tradições de origem germânicas, enquanto no Sul, as tradições têm um certo sabor mediterrâneo.
São Nicolau «O Alemão»
Nas regiões de Alsácia e Lorena, por influência germânica o Natal começam em 6 de dezembro com a chegada de São Nicolau que traz presentes para as crianças, mas já se respira Natal desde 25 de novembro, Dia de St. Catarina. Também nesta zona do país está muito difundido o Chamado "Calendário do Advento" e ia se abre nele uma de suas janelinhas.
O Presépio no Sul
Ainda é muito comum adornar as casas com presépios , chamado "crêche", mas também as Árvores de Natal estão presentes. Na Provence são muito comuns as figurinhas de argila para adornar o presépio. Este ano haverá surpresa porque a tradicional Maison Fouque -inaugurada em 1934- apresenta versões renovadas das figuras do presépio.
Bolas de Cristal para as Árvores de Natal
No século XIX as Árvores de Natal eram decoradas com frutas de verdade, especialmente maçãs, mas em 1858 a colheita foi ruim e os mestres vidreiros de Moselle, em Lorena criaram a moda de um novo arranjo: as bolas de cristal. O Centro de Arte em Vidro de Meisenthal manteve viva a tradição desde então.
Como numo de fadas
Até o dia 20 de dezembro, Moirans-en-Montagneem pleno Parque Natural Regional de Haut-Jura, se transforma no bosque finlandês de Papai Noelco feirinha, brincadeiras e contos de natal incluídos. Os duendes contam com sua própria cavalgada para comemorar o solstício de inverno. E sem sair do condado de Montbéliard as crianças podem aprender a preparar doces e guirlandas de Natal.
Pavão e Rosca
Os franceses, como bons apreciadores da melhor cozinha, preparam com requinte a ceia de Natal. É típico que se coma patê de fígado de ganso, uma espécie de embutido de cor branca que se chama "boudin blanc» e peru assado. Como sobremesa, se serve «la bûche de Noël», um pastel em forma de tronco recuberto de chocolate e recheio de creme oou trufa.
Em janeiro existe a tradição da rosca de reis, os franceses a chamam de «Galette des Rois» é uma rosca rcheada de creme de amêndoas. O doce vem rodeado de uma coroa de papel e dentro há uma figurinha "la feve". Quem a encontra é coroado rei e tem a obrigação de pagar uma nova rosca para ser abençoado com sorte em todo o novo ano.
Na Provence, há toda uma liturgia natalina: colocam-se 3 mantos brancos, 3 velas - símbolo do mistério da trindade - e duas taças com trigo. O Menu tradicional é composto de verdura com azeite de oliva «anchoïade» , pescado e frutos do mar ao alho e óleo. O melhor são os doces, nada menos que 13 em honra de Jesus e dos 12 apóstolos: nougat blanco, nougat negro, torta al azahar, frutos secos (avelãs, amêndoas, uvas pasas e nozes) denominados «mendiants», uvas, ciruelas pasas, figos, peras, maçãs e tangerinas.
As feirinhas da Alsácia- Pura Tradição
Alsacia conservou toda sua tradição rica em lendas, mitos, odores e sabores. Suas feirinhas convidam o visitante a uma viagem aos sete países da região: Mistério, Luzes, Sabores, Pinhas, Estrelas, Cânticos, e Pinturas. Veladas; cada um representa as diferentes facetas que oferece o Natal alsaciano. No centro de Estrasburgo se instala, até a Nochebuena e desde 1570, a feirinha de «Le Christkindelsmärik", famosa por seu odor de vinho quente e seus apreciados doces.
Calendario gigante de Chartres
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MOUSSE AU CHOCOLAT
INGREDIENTES:
200g de cobertura de chocolate ralado
100g de manteiga em pedacinhos
6 gemas
6 claras
1/2 xícara de chá de açúcar
2 envelopes de gelatina sem sabor incolor
MODO DE PREPARO:
Derreta o chocolate em banho-maria, sob fogo baixo. Mexa sem parar. Acrescente a manteiga e misture bem. Bata na batedeira as gemas até obter um creme esbranquiçado. Junte o açúcar e bata até incorporar bem. Desligue a batedeira. Junte a mistura da batedeira com o chocolate derretido. Acrescente a gelatina previamente dissolvida como manda a embalagem. Bata as claras em neve firme e incorpore delicadamente à mistura. Distribua em taças e leve para gelar por 2 horas no mínimo.
Dicas :
Junte ao chocolate, 1 xícara de chá de café bem forte ou de nozes picadas.
Mexa bem devagar ao incorporar as claras para que a mousse não perca a sua textura característica.
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O NATAL NA ALEMANHA
Símbolo: O Tannenbaum, istoé, o Pinheiro de Natal
SAUDAÇÃO:"Frohliche Weihnachten"
COSTUMES E TRADIÇÕES NATALINAS ALEMÃS
São famosas as feiras natalinas alemãs, as chamadas "Christkindlesmarkt", das quais uma das mais famosas é a de Nuremberg, e também a Feira do Menino Jesus, uma das mais antigas e famosas.
Desde cedo em Dezembro até a noite de Natal, o inverno se mistura com um cheirinho de castanhas e nozes assadas, além de um biscoito especial feito de mel, ovos e canela. Receita que as famílias mantém em rígido segredo!
A Alemanha é o país que, segndo se conta, viu nascer a árvore de Natal por volta do século VIII e, como não podia ser de outra maneira, os abetos adornados conquistam praças e lugares em todas as cidades durante o mês de Dezembro.
Santa Claus a domicílio
Turma é uma assocoação de estudantes que há uma década proporciona a visita de Santa Klaus a dezenas de lugares berlinenses. Basta uma chamada telefônica para reservar uma visita de um Papai Noel de carne e osso na noite de 25 de dezembro ou em qualquer outra ocasião!
A Campainha dos Presentes
Depois da ciea de Natal, as crianças esperam impacientes o momento de abrir seus presentes. Quando soa a campainha - que está colocada atrás da porta fechada da sala - debaixo da árvore, já se encontram os presentes, mas só o poderão abri-los quando terminarem de cantar «Stille Nacht, heilige Nacht» (Noite Feliz).
A CANÇÃO MAIS ALEMÃ DE NATAL
"O Tannenbaum, o Tannenbaum,
wie treu sind deine Blätter!
Du grünst nicht nur zur Sommerzeit,
nein auch im Winter, wenn es schneit."
"O Abeto, o Abeto,
Como se pode confiar em tuas folhas!
Que nem deixam de ficarem verdes no verão,
nem de cairem todas quando chega o inverno."
Cuidado com Knecht Ruprecht!
Na noite de 5 de dezembro, Santa Claus e seu ajudante Knecht Ruprecht. Visitam as casas para avaliar o comportamento das crianças. Àqueles que se comportaram bem, Papai Noel presenteia com doces, nozes e maçãs, enquanto que Knecht Ruprecht se encarrega de castigar os que tiverem sido maus..
A Doce Espera do Advento
Para fazer menos a espera do Natal, se dá de presente a cada um um calendário do Advento composto de uma série de portinhas. Cada dia a criança abre uma porta, atrás da qual há uma imagem natalina, até cegar no dia 24 de dezembro, atrás da qual se encontra o menino Jesus.
A Festa de São Silvestre
Os alemães comemoram no último dia do Ano a Noite de São Silvestre e bebem,, comem e festejam, na data há previsão do futuro. Na virada do ano há fogos de artifício para afugentar os espíritos malignos.
Ganso, carpa e salchichas
Desde que começam a aparecer as feirinhas natalinas em todas as cidades alemãs, também começam a degustar as bebidas e os pratos típicos natalinos. Nas barraquinhas é comum venderem salsichas assadas, tortinhas e doces que se acompanha com vinho quente com especiarias (glühwein) e ponche.
A Ceia da Noite de Natal costuma ser breve e, por exemplo, na Baviera o mais comum é comer salsichas brancas com salada de batatas, além de carpa, especialmente no Norte da Alemanha é comum o prato. No sul o ganso é mais comum.
Também os doces fazem parte da tradição natalina. Tem a pasta doce e o pão de natal (christstollen) que se pode comprar em todo lugar.
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APFELKUCHEN
INGREDIENTES:
Massa :
2 xícaras de chá de farinha de trigo
1 tablete de manteiga
Raspas de casca de laranja
4 colheres de sopa de açúcar
1 gema
2 colheres de sopa de água (se necessário)
Recheio & Cobertura:
1 kg de maçã sem casca
3 colheres de sopa de manteiga
1 colher de sopa de farinha de trigo
3 colheres de sopa de açúcar
1 ovo batido para pincelar
MODO DE PREPARO:
Massa :
Misture com a ponta dos dedos a farinha com a manteiga até obter uma farofa. Junte as raspas, o açúcar, as gemas e a água se for necessário. Trabalhe bem para que a massa fique lisa e homogênea. Faça uma bola e envolva com filme plástico. Leve à geladeira por 30 minutos. Abra a massa em uma superfície enfarinhada. Forre o fundo e laterais de uma fôrma refratária redonda de 20cm de diâmetro.
Recheio :
Corte as maçãs em gomos grossos e retire as sementes. Aqueça a manteiga e junte as maçãs. Deixe cozinhar por 5 minutos. Mexa bem. Deixe esfriar um pouco. Recheie a torta com as maçãs. Misture bem o açúcar com a farinha e polvilhe sobre as maçãs. Pincele toda a borda da torta com água. Abra o restante da massa em superfície enfarinhada e cubra a torta, pressionando bem as laterais. Retire o excesso de massa, junte tudo e aproveite para decorar a torta. Pincele com o ovo e com uma faca de ponta afiada faça uma cruz no centro da torta. Leve ao forno médio (180ºC) pré-aquecido por 30 minutos. Sirva morna.
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O NATAL NA GRÉCIA
SAUDAÇÃO:"Eftihismena Christougenna"
Na Grécia se celebra a noite de fim de ano de modo parecido com a Espanha, comem o famoso Roscão de São Basílio, nele se esconde uma moeda quem a encontra terá um ano próspero. No Natal se ceia em casa com uma variedade enorme de pratos tais como peru, cordeiro, peixes, etc.
Em toda a costa do Mar Egeu, o Natal e o Ano Novo se comemora com muitas tradições e superstições. Comidas, cada uma mais saborosa que a outra, são servidas. papai Noel não é tão famoso e querido quanto São Basílio, filantropo da Ásia Menor e querido em todo o Império Bizantino que em cada Ano Novo distribui às crianças regalos e doces.
Como não existe o costume da Árvore de Natal nem das meias na Chaminé, São Basílio coloca os presentes num canto da sala ou na mesa de banquete
O Tempo das Festas na Grécia se comemora com sobriedade. Ilhas de sol onde o homem deve trabalhar em estreita colaboração com a natureza para colocar sobre a mesa o seu ração diário, não é necessário grande coisa para alegrar a decoração. Por exemplo, em Lemnos, o centro de mesa é composto de maçãs gratinadas e mel.
A mesa é frugal. Se empresta à tradição da peru aos países do norte, ele se faz diferentemente com tomates e as azeitonas.
Ao Natal como ao Novo Ano, os pequenos fornos assam vedette, uma pastelaria oval e que se oferece aos amigos, aos vizinhos num sentimento de divisão, o Melomakaronas muito suculentos de mel e o Kourabiedes cobertos de açúcar de confeiteiro.
No Ano Novo, coloca-se no bolo uma peça de ouro ou prata. Em Smirna, desenha-se na cobertura o contorno da Águia de Bizâncio.
Natal na Grécia
O São Nicholau é importante na Grécia por ser o santo padroeiro dos Marinheiros e navegantes em geral. De acordo com a tradição grega, sua roupa é banhada com salmoura, e sua cara é coberta com a gotas de sal porque tem trabalhado duramente de encontro às ondas para alcançar navios se afundando e para os salvar do mar bravio. Os navios gregos nunca deixam o porto sem alguma sorte do ícone do St. Nicholas na placa.
Na noite da véspera os meninos pequenos à batida dos cilindros e a tilintar dos triângulos cantam geralmente canções tradicionais. Vão de casa em casa e são dados figos, amêndoas, nozes e frutas secas além dos doces ou de presentes às vezes pequenos.
Após 40 dias de preparação, a festa de Natal é esperada com à antecipação grande de adultos e de crianças igualmente. Os porcos assados e em quase cada bandeja estão os preparados do christopsomo ou do "pão de Natal". Este pão é feito em uvas doces grandes de várias formas e as crostas são gravadas e decoradas em alguma maneira que reflete a profissão da família.
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TZATZIKI
INGREDIENTES:
1 pepino sem casca e em cubinhos
2 1/2 colheres de chá de sal
1 dente de alho
1 colher de sopa de hortelã fresca picada
200g de iogurte natural
Pimenta
Folha de hortelã para enfeitar
Pão grego para servir
MODO DE PREPARO:
Coloque o pepino em um escorredor, salpique 2 colheres do sal e deixe escorrer por 1 hora. Seque o pepino e amasse com o alho e o restante do sal até ficar cremoso. Misture o alho com a hortelã e o iogurte. Tempere com pimenta e acrescente o pepino amassado. Transfira para uma travessa, enfeite com folha de hortelã e sirva com o pão.
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O NATAL NA POLÔNIA
SAUDAÇÃO:"Boze Narodzenie"
Das Árvores que afundam aos ovos que rolam: Costumes Poloneses de Natal
Os costumes para assegurar uma colheita farta ou boa eram uma parte principal de tradições polonesas rurais do tempo do Natal.
Para os poloneses, a véspera de Natal é um momento do recolhimento e do reconciliação da família. É também uma noite da mágica: Os animais podem falar com uma voz humana e as pessoas têm o poder de dizer o futuro. O costume foi herdado de nossos antepassados que acreditavam que 24 de dezembro era um dia para marcar o começo de uma era nova. Inspirados por provérbios como, "Como for a véspera de Natal, assim será o ano." Esperando por 12 meses bons, todos são polidos e generosos uns com os outros e se perdoam as mágoas.
Hoje, poucos levam as tradições antigas a sério, mas algumas sobrevivem como o "Maidens" para divertimento da família; interessados em seus futuros conjugais as pessoas mais velhas, tentam predizer os tempos seguintes baseados no aura do céu entre o a véspera de Natal e o Dia de reis (janeiro 6)
Os residentes rurais poloneses estão entre o poucos que proseguem ainda os costumes antigos da véspera de Natal. Na Polônia oriental acredita-se ainda que as meninas que moem a semente de trigo na véspera de Natal podem esperar casamento em breve. Após o jantar, saem da casa, e o sentido em que vier o primeiro cão será de onde seu futuro marido virá.
UMA SUPERSTIÇÃO CURIOSA É A DA ÁRVORE DE NATAL QUE AFUNDA OU DOS OVOS QUE ROLAM, SIGNIFICANDO BOA COLHEITA
No banquete da noite de Natal, cada prato tinha que ser provado, e uma refeição tradicional consistiria em 12 pratos. O que você comeu mais, significava o prazer que o esperaria no futuro. Cada prato podia ter um significado.
Uma tradição meio bizarra depois da ceia era pegar um machado e ameaçãr cortar a árvore de uma fruta, dizendo, vou cortar você! Ao que a esposa gritava da casa, não faça isso, este ano ela vai se encher de frutos! Isso trazia boa colheita!
O PRESÉPIO NATALINO NA POLÔNIA
O Natal é a festa mais bela do cristianismo. Nesta época do ano, em todos os lugares habitados pelos cristãos, se confeccionam presépios cujo objetivo é comemorar a chegada de Jesus Cristo ao mundo. Sua aparência, as vezes exageradamente enriquecida, não nos recorda o humilde estábulo pastoril de Belém, que nos contam as Sagradas Escrituras; porém é uma forma do artesanato e dos espectadores ressaltarem o feito e o significado do nascimento do Menino Jesus.
Na Polônia, as tradições natalinas seguem profundamente vivas até o dia de hoje. Uma das mais expressivas é a confecção e colocação de presépios em casas, igrejas, nas praças das cidades, bem como nas vitrines das lojas, dos escritórios, etc.
Comumente, num estábulo de pequenas madeiras e teto de palha, se colocava a figura do recém nascido Menino Jesus deitado no presépio, juntamente com sua Mãe e com são José. Atrás destes se encontravam as figuras da mula, do boi, e em frente os pastores cercados por suas ovelhas. A estas figuras básicas se foram acrescentando outras, segundo a fantasia do seu criador e foram também se introduzindo mecanismos para fazê-las móveis.
Os significados de todos estes presépios, mais ou menos enriquecidos, eram um só: todos os personagens chegam para render-se à honra da criança recém nascida.
Guiados pelo desejo de aproximar o povo ao significado do Natal, os padres franciscanos tiveram a idéia de colocar presépios nas igrejas, realizar representações de fantoches, bem como atuações representadas por atores amadores, os quais geralmente eram os próprios monges. Nestas representações foram introduzidas uma grande variedade de elementos laicos, textos rimados, alegres e maliciosos, que com o tempo foram se distanciando do conteúdo essencial da representação. Na variedade dos personagens, dos gestos e dos textos se podem reconhecer muitos elementos bastante tradicionais, enraizados nos tempos pagãos. Estes elementos, assim como a hilaridade que despertavam entre os espectadores, levaram a que no século XVIII as autoridades eclesiásticas proibissem que se fizessem as representações nas igrejas. Esse feito, antes faze-las desaparecer, as enriqueceram ainda mais. Os atores ou titereiros saíram as ruas a mostrar sua arte nas praças diante das igrejas ou nas casas dos ricos burgueses.
O progressivo aumento da popularidade destas representações, assim como a difusão do teatro que ia de casa em casa, ocasionou a formação de grupos de atores, assim como a construção de um teatro-presépio tridimensional para as representações dos fantoches. Ambos fenômenos se deram independentemente.
Ainda se têm conservado alguns dos presépios mais antigos na coleção do Museu Etnográfico de Cracóvia, os quais apresentam a forma de simples edifícios com um cenário eo meio, em cima do qual vão duas ou, às vezes, três torres. Mas com o tempo eles foram se embelezando, agregando-lhes uma quantidade maior de torres, balaustradas, pisos e, sobretudo isso, cores obtidas com papel brilhante. Neles se podem notar certos elementos da arquitetura oriental como elevação das torres ou papéis colocados imitando mosaicos. Nos vilarejos, os presépios costumavam ser de pequena dimensão, posto que havia que transladar-los a distâncias maiores. Ao contrário das cidades, onde seu transporte já era facilidado.
Um fenômeno particular foram os presépios feitos em Cracóvia. Durante o século XIX e começo do século XX onde, em sua maioria, trabalhadores de construção civil eram os construtores de presépios; pelo motivo de que na época de inverno não tinham muito trabalho e se viam na necessidade de buscar um trabalho adicional. E estes, para embelezar os seus presépios, começaram a introduzir neles elementos arquitetônicos das construções tradicionais de Cracóvia. Estes foram, então, tomando a forma de um conglomerado específico de torres, claustros, terraços, áticos, janelas, pórticos, etc., onde se colocavam os personagens legendários de Cracóvia, assim como figuras históricas relacionadas com os acontecimentos ao curso da vida local e nacional.
Nos anos trinta deste século, o costume de construir presépios começou a desaparecer, o que preocupou a muitos amantes das tradições de Cracóvia. Surgiu então a idéia de organizar um concurso que promoveria os presépios mais belos, dando assim impulso aos criadores para manter vivo o costume. O efeito foi excelente. O primeiro concurso se realizou no ano de 1937, e os seguintes nos anos consecutivos, com exceção do período de Segunda Guerra Mundial. No ano de 1992 se realizou o concurso de número 50. Um observador sagaz distinguirá, nos presépios, as mudanças paulatinas que através dos anos se produziram em sua construção. Bem como notará a mão e estilo de seus criadores individuais. Estes são artesãos, artistas, amadores, pessoas de diversas profissões, assim como jovens e crianças.
A exposição dos presépios reúne milhares de visitantes que, ano após ano, vem admirar a arte e o trabalho de seus criadores. Estes são expostos não somente em Cracóvia, mas em outras cidades do país e do estrangeiro, despertando sempre grande interesse e admiração. Cracóvia é uma cidade de grande interesse histórico e artístico na Polônia. É a antiga capital do país, uma cidade carregada de história, cheia de igrejas e palácios, como o Castelo Real e uma das mais antigas universidades da Europa. Cidade de cientistas e artistas, cidade de numerosas recordações históricas, de museus, centros culturais e artísticos. Entre eles se encontram o Museu Etnográfico, fundado no ano de 1911 e possuidor de uma rica coleção da cultura popular polonesa e de todo o mundo, que felizmente sobreviveu a duas guerras mundiais.
[Este texto que aqui publicamos acompanhava a exposição dos presépios poloneses que foram apresentados ao público brasileiro no Bosque do Papa João Paulo II em Curitiba de 8 de janeiro de 2002 até 7 de fevereiro de 2002]
NATAL E CEIA
Na Polônia o Natal ainda é muito importante no coração de todos. Na tarde de 24 de dezembro, estão todos à janela, à espera da primeira estrela. Ela é que vai dizer que está começando a festa esperada durante o ano todo.
Reúne-se a família toda em volta da mesa lindamente preparada. Em muitas famílias, para que ninguém se esqueça que Jesus nasceu num estábulo, o chão está coberto de feno. Antes de mais nada todos, até mesmo os animais da casa, devem comer, nem que seja um pedacinho, do Oplatek, uma espécie de torta fina, onde estão gravadas as imagens de Jesus Menino, de Maria e de José. Depois, bem, depois há muita coisa boa. Mas, à mesa, ficam sempre dois lugares vazios. Pois, quem sabe, Maria e José podem chegar de repente.
Depois que todos comeram, é hora de abrir os presentes. E depois vem a Missa da Meia-Noite, e todos se dão as boas-festas: Wesolyzh Swiat Bozego Narodzenia!
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Panquecas de maçã
Ingredientes para a massa
-2 copos de leite
-2 ovos
-9 colheres de sopa de farinha de trigo
Ingredientes para o recheio
-8 maçãs verdes descascadas e sem o miolo
-1 xícara de açúcar
-50g de uvas passas
Modo de preparar
Cozinhe as maçãs com o açúcar por 30 minutos. Não precisa colocar água porque a própria maçã solta. Mexa até formar uma geléia e ficar dourada. Depois de pronto, misture a uva passa e uma colher de café de canela em pó. Deixe no fogo por mais 5 minutos. Recheie a massa e feche em triângulo.
Rendimento: 10 unidades
Bigos (cozido de repolho e carnes)
Ingredientes
-2 kg de costelinha de porco defumada
-1 kg de lombo cortado em cubos
-600g de lingüiça kielbasa (tradicional da Polônia, que pode ser substituída por salsicha alemã)
-100g de bacon
-1 lata de chucrute
-2 repolhos fatiados bem fininho
-100g de funghi secchi
-1 cebola picada
-1 colher de pimenta-do-reino em grão (opcional)
Modo de preparar
Corte o repolho bem fininho e ponha em uma panela. Junto, coloque o chucrute, a costelinha e o lombo. Cozinhe por 4 horas. Em outra panela , doure o bacon e a cebola. Corte a salsicha e junte tudo, depois das 4 horas. Deixe no fogo por mais 40 minutos. Sirva com batata com dill na manteiga.
Rendimento: 10 pessoas
Babecziki (empadinhas doces)
Ingredientes para a massa podre
-3 colheres (de sopa) de manteiga
-3 gemas
-3 colheres de açúcar
-3 colheres de maizena
-1 colher de café de fermento em pó
-2 xícaras de farinha de trigo
Modo de preparar
Misture todos os ingredientes da massa e preencha com ela forminhas grandes de empada. Em uma panela, misture a farinha de trigo, o leite, o açúcar de baunilha, leve ao fogo e mexa até o creme ferver e engrossar.Tire a panela do fogo e misture a manteiga e as gemas, sempre mexendo. Bata as claras em neve e misture com o creme. Coloque nas formas e tampe-as com a massa, como uma empadinha.
Deixar no forno por aproximadamente 15 minutos até dourar a massa e passe no glaçúcar.
Rendimento: 15 unidades
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Natal nos Países Baixos (Bélgica e Holanda)
SAUDAÇÃO NA BÉLGICA:"Zalig Kerstfeest"
SAUDAÇÃO NA HOLANDA:"Gelukkig Nieuwjaar"

Na Bélgica, há dois ícones Natalinos. São Nicolau e o Papai Noel.
São Nicolau visita aqueles que falam a língua Waloon, de fato visita duas vezes. Na primeira, no dia 4 de dezembro, ele quer saber quais crianças foram boas naquele ano e quais foram más. As boas ganham doces e presentinhos, as más recebem galhos em seus sapatos ou cestinhos.
papai Noel visita aqueles que falam francês. Visita com seu companheiro Pere Fouettard e pergunta se as crianças foram boas ou más. Se forem boa recebem chocolates e doces; se forem maus, recebem um punhado das varas.
Mas para ambos os presentes são dados na véspera de Natal, a festa de São Nicolau, é uma ocasião religiosa e é observado com serviços nas igrejas e em recolhimentos quietos da família. Os bolos especiais são cozidos e servidos durante a estação do feriado e são um deleite para crianças e adultos.
A Outra parte, onde chamada Flander, onde se fala Alemão.
São Nicolaunada tem a fazer no Natal. É em seu aniversário dia 6 de dezembro que ele distribui presentes às crianças.
O dia 25 de dezembro é o dia de lembrar o nascimento de Jesus Cristo, embora algumas tradições americanas tenham invadido o Natal em Flanders.
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Salada de endívias e
camarão com molho
agridoce à Princesa de Rehy
Ingredientes
50 g de camarão rosa tamanho médio
1 endívia pequena
tomate cereja
pimentão vermelho, verde e amarelo
cebola
ervilha
uva passa
vinagre balsâmico
azeite de oliva extravirgem
sal
pimenta
alface americana e alface crespa
Para o molho agridoce
1/2 litro de vinagre de mel
suco de laranja
250 g de açúcar
3 colheres de sopa de Catchup
Preparo
Misture tudo levando ao fogo de cinco a oito minutos. Sirva frio.
Preparo da salada
Lave bem a endiívia e tire a parte amarga, ou seja, a parte dura que fica da raiz até quase a metade do vegetal. Reserve 3 ou 4 folhas para colocar no prato. Frite no azeite de oliva quatro folhas picadas. Quando começar a ficar escuro, coloque três colheres de azeite balsâmico e tire do fogo. Frite seis camarões médios no azeite de oliva com uma pitada de sal e pimenta moída na hora. Quando estiver cozido, regue com o molho agridoce. Monte o prato colocando as folhas inteiras no centro. Pique páprica verde, vermelha e amarela, cebola branca e coloque tudo ao redor da salada. Coloque as endívias em volta da salada para decorar e coloque quatro tomates cereja. Regue com um pouquinho de vinagre de mel puro. Coloque as endívias fritas no centro do prato e por cima coloque os camarões. Jogue no prato algumas passas e regue com um pouquinho de vinagre balsâmico.
Tournedos de filé mignon ao molho de
framboesa fresca
à Allegro Van Aalst
Ingredientes
250 g de filé mignon
sal
pimenta
orégano
açúcar
batatinhas pequenas
Preparo
Tempere bem a carne com sal, pimenta moída na hora e orégano e coloque em uma forma de metal arredondada. Aperte dos dois lados para deixar os tournedos no formato desejado. Reserve durante meia hora para que o tempero penetre bem. Frite em azeite de oliva com uma pitada de açúcar (isso deixara o filet com uma cor dourada) ao ponto que você desejar, mas sempre na forma. Só retire depois de cozido nas extremidades
Para o molho de framboeza
60 ml de suco de framboesa
70 g de framboesa fresca
1 colher de sopa de vinho tinto de boa qualidade
1 colher de sopa de vinagre balsâmico
1 colher de chá de açúcar
2 colheres de sopa de cidra
Preparo
Bata tudo no liquidificador (reservando algumas framboesas) e leve a cozinhar por 3 minutos. Quando estiver quente coloque algumas framboesas no molho. Depois de pronto, coloque o filé no centro do prato e regue com molho de framboesa fazendo um espelho. Polvilhe o prato com pó de beterraba e finalize com cebolinha verde. Sirva acompanhado de batatinhas cozidas ou arroz branco.
Tartelette de chocolate au Amaretto e molho
de chocolate a rainha Paola
Ingredientes
(para 15 tortinhas)
12 ovos inteiros
350g de açúcar
225g de farinha
75g de maizena
60g de cacau em pó
2 colheres de Amaretto de Saronno
Preparo
Bata primeiramente os ovos com o açúcar. Peneire a farinha com a maizena e o cacau e misture com os ovos e o açúcar. Deixe descansar por 10 minutos. Unte pequenas formas até a metade com a massa e coloque a assar no forno a 180 graus por 10 minutos. Para verificar se está cozido, coloque um palito no centro e, se sair seco, é porque está pronto. Retire do forno e deixe esfriar em temperatura ambiente.
Para o molho de chocolate
1 barra de chocolate meio amargo
1 xícara de chá de leite integral
Preparo
Deixe o leite ferver e coloque o chocolate. Mexa bem até dissolver bem e formar um creme coloque então a tortinha no centro de um prato e regue com um pouquinho de Amaretto. Coloque então o molho de chocolate ainda quente e o Chantilly de preferência fresco. Com o chocolate líquido faça círculos para decorar o prato ou use a sua criatividade.

São Nicolau com seus presentes chega cedo na Holanda, em novembro. Ele aparece vestido com indumentária de bispo, ele viaja em um barco com seu ajudante que é chamado Preto Peter e que usa uma roupa espanhola. Diz-se que o par vive a maior parte do ano preparando as listas dos presentes e escrevendo cada comportamento das crianças em um livro muito grande. Muitas pessoas vão às docas de Amsterdã cumprimentá-lo. Monta um cavalo branco cor da neve e nele fica através das ruas em uma parada grande, entre muitos festividades.
5 de dezembro é a véspera do Dia de São Nicolau, é quando os presentes são trocados.
Todas as Crianças que falam alemão sabem que São Nicolau teria vivido na Espanha, onde passa o tempo anotaando dados do comportamento das crianças em um pequeno livro vermelho, ode também escreve qual presente vai trazer
O Dia de Natal é religioso. Dia de ir à igreja e, reunidos ao redor da árvore, cantar canções e dizer poemas.
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TORTA HOLANDESA
Ingredientes
- 2 latas de creme de leite sem soro (reservar o soro)
- 250 g de manteiga sem sal
- 3 gemas
- 200 g de açúcar
- 2 pacotes de bolacha tipo maizena
- licor de cacau
Cobertura
- 1 xícara (chá) de leite
- 8 colheres (sopa) de chocolate em pó
- 2 colheres (sopa) de açúcar
- 1 colher (café) de manteiga
Modo de Preparo
Bata bem a manteiga com o açúcar e as gemas. Junte o creme de leite e bata rapidamente.
Prepare a cobertura. Misture todos os ingredientes da cobertura e leve ao fogo até abrir fervura.
Montagem:
Monte a torta em assadeira de fundo removível forrada com filme plástico. Inicie com uma pequena camada do creme. Em volta, preencha com as bolachas em pé. Sobre a pequena camada do creme, coloque bolachas umedecidas com uma mistura de soro do creme de leite e licor de cacau.
Alterne entre camadas de bolacha e creme, finalizando com creme. Leve ao freezer por, no mínimo, três horas. Desenforme e despeje a cobertura sobre a torta.
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O NATAL NA LAPÔNIA
SAUDAÇÃO:"Hauskaa Joulua"
Papai Noel vive em
pitoresca paisagem
O velho Nicolau nasceu e mora na região da Lapônia, na Finlândia, lugar que surpreende visitantes pelo inusitado das belezas naturais
A região da Lapônia, na Finlândia, figura na história como a terra originária da lenda do velho Nicolau, o Papai Noel. Mas seus atrativos vão muito além dos roteiros que envolvem o bom velhinho fantasiado por crianças do mundo inteiro. A começar pela geografia, a Lapônia não está apenas em território finlandês. Os seus quase 400 mil quilômetros quadrados, localizados acima do Círculo Polar ártico, avançam pela Suécia, Noruega, além de parte da Rússia. O perfil poderia sugerir uma monótona paisagem gelada, mas surpreende qualquer visitante afinado às belezas naturais e desprovido de receios com o frio. Isso porque, quase toda área --- ou exatos 388 km2 --- são formados por montanhas, lagos, florestas boreais, tundras (a vegetação típica dos árticos) e relevos cuja variedade salta aos olhos dos turistas.
Essa pitoresca região é habitada por cerca de 50 mil lapões, o índio nórdico cuja origem étnica remonta 2.500 anos de história na Escandinávia. Em grupos espalhados pelos meandros da Lapônia, esses nativos vivem do rebanho de renas e porcos. Alguns ainda mantêm hábitos nômades. Outros, com o turismo, passaram a comercializar o artesanato que confeccionam com habilidade.
Mas são os fenômenos naturais que tornam a viagem à Lapônia uma experiência singular, seja no inverno ou no verão. Muitos podem não ter ouvido falar da região, mas da fabulosa terra do Sol da meia-noite, com certeza. Por causa da inclinação da Terra e de sua rotação em torno do Sol, regiões polares como a Lapônia vivem imensos contrastes entre dias de verão e de inverno. No primeiro caso, os dias são intermináveis e para conseguir dormir os habitantes locais cobrem janelas ou qualquer fresta insistente com tecido preto e grosso.
Em julho, no ápice do verão no Hemisfério Norte, a Lapônia assiste ao "Sol da meia-noite", que dá uma volta inteira no horizonte, sem nunca desaparecer ou subir muito. O fenômeno é o deleite de turistas dos cinco continentes, que podem passear a qualquer horário por Rovaniemi, a cidade âncora da Lapônia, ou mesmo, esticar nos tragos. A língua predominante é o finlandês, mas o inglês é bem aceito. Há também a festa do Sol da meia-noite, cuja tradição manda que todos se dirijam a um lugar ao ar livre para dançar, cantar e beber entre parentes e amigos. À meia-noite todos se voltam para o horizonte, acendem uma fogueira e esperam, em vão, pelo pôr-do-sol.
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VILA DO PAPAI NOEL
Cerca de 500 mil turistas por ano visitam a Vila do Papai Noel, localizada nas imediações de Rovaniemi. O local é a segunda maior atração da região, perdendo apenas para o "Sol da meia-noite". Na vila, além da Casa do Papai Noel, estão lojinhas, restaurantes e demais atrações do velhinho de barbas longas e brancas. De lá, pode-se mandar cartas para crianças de todos os países e em qualquer língua.
O Papai Noel da Lapônia recebe aproximadamente 700 mil cartas por ano, originadas de cerca de 150 países, quase todas com pedidos de presentes, sobretudo brinquedos.
Na colina de SyvEsenvaara, a apenas dois quilômetros da Santa Claus Village, em Rovaniemi, está outra atração: o Santapark --- um parque de diversões inaugurado em 1998 e voltado para a família, que reforça o clima natalino na Lapônia. O Santapark fica dentro de uma caverna de 8 mil metros quadrados, ocupando a metade desse espaço com brinquedos e atrativos, como trenzinhos, cinema, pedalinhos e carrossel repletos de duendes, renas e outras figuras alusivas ao Natal.
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Pulla – Pão Lapão!
1 1/2 dl de leite
25 g de fermento ou 1/2 pacote de fermento em pó
1 ovo
1 colher de chá de sal
1 dl de açúcar
1/2 colher de sopa de cardamono espremido
1/2 Kg de farinha de trigo
100 g de manteiga ou margarina
PREPARO
1. Dissolva o fermento em leite morno
2. Bata o ovo e adicione ao liquido
3. Misture o sal, o açúcar, o cardamomo e a farinha de trigo e bata bem
4. Derreta a manteiga ou margarina e adiciones aos outros ingredientes.
Amasse a massa até ela se soltar das bordas do pirex
5. Deixe a massa descansar por aproximadamente 90 minutos. Forme pequenas bolas ou longas tiras
6. Deixe crescer. o pão está pronto para ir ao forno quando for pressionado e a marca do dedo logo pula de volta
7. Asse as tiras em forno a 200° C por 20-25 minutos e bolas a 225° C por 5-10 minutos.
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